20.04.2016
Aquedutos romanos, Elvas, Portugal

Aquedutos romanos, Elvas, Portugal

 

Quem sabe se as paisagens dos meus sonhos não são o meu modo de não te sonhar? Eu não sei quem tu és, mas sei ao certo o que sou? Sei eu o que é sonhar para que saiba o que vale o chamar-te o meu sonho? Sei eu se não és uma parte, quem sabe se a parte essencial e real, de mim? E sei eu se não sou eu o sonho e tu a realidade, eu um sonho teu e não tu um Sonho que eu sonhe?

Bernardo Soares. Fernando Pessoa. Livro do Desassossego.

  Quem sabe se as paisagens dos meus sonhos não são o meu modo de não te sonhar? Eu não sei quem tu és, mas sei ao certo o que sou? Sei eu o que é sonhar para que saiba o que vale o chamar-te o meu sonho? Sei eu se não és uma parte, […]



4.04.2016
Biblioteca Municipal, Almeirim, Portugal

Biblioteca Municipal, Almeirim, Portugal

 

Vivemos da memória, que é a imaginação do que morreu; da esperança, que é a confiança no que não existe; do sonho, que é a visão do que não pode existir.

Fernando Pessoa. Espólio de Fernando Pessoa, à guarda da Biblioteca Nacional de Portugal.

  Vivemos da memória, que é a imaginação do que morreu; da esperança, que é a confiança no que não existe; do sonho, que é a visão do que não pode existir. Fernando Pessoa. Espólio de Fernando Pessoa, à guarda da Biblioteca Nacional de Portugal.



3.04.2016
Alcobaça, Portugal

Alcobaça, Portugal

 

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és

No mínimo que fazes.

Ricardo Reis

  Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Ricardo Reis






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