23.04.2016
Espinho, Portugal

Espinho, Portugal

 

Lua de memórias perdidas sobre a negra paisagem, nítida no sossego, da minha imperfeição compreendendo-se. O meu ser sente-te vagamente, como se fosse um cinto teu que te sentisse. Debruço-me sobre o teu rosto branco nas águas noturnas do meu desassossego, mas nunca saberei se és lua no meu céu para que o causes, ou estranha lua submarina para que, não sei como, o finjas.

Bernardo Soares. Fernando Pessoa. Livro do Desassossego.

  Lua de memórias perdidas sobre a negra paisagem, nítida no sossego, da minha imperfeição compreendendo-se. O meu ser sente-te vagamente, como se fosse um cinto teu que te sentisse. Debruço-me sobre o teu rosto branco nas águas noturnas do meu desassossego, mas nunca saberei se és lua no meu céu para que o causes, […]



22.04.2016
Praia de Esmoriz, Portugal

Praia de Esmoriz, Portugal

 

Ocupas o intervalo dos meus pensamentos e os interstícios das minhas sensações. Por isso eu não te penso nem te sinto, mas os meus pensamentos são ogivais de te sentir, e os meus sentimentos góticos de evocar-te.

Bernardo Soares. Fernando Pessoa. Livro do Desassossego.

  Ocupas o intervalo dos meus pensamentos e os interstícios das minhas sensações. Por isso eu não te penso nem te sinto, mas os meus pensamentos são ogivais de te sentir, e os meus sentimentos góticos de evocar-te. Bernardo Soares. Fernando Pessoa. Livro do Desassossego.



20.04.2016

 

Lisboa, Portugal

Lisboa, Portugal

 

Ser solitário para ser sincero e puro na alma. O homem – ente coletivo – é um ser corrupto.

 Pantaleão. Fernando Pessoa.


    Ser solitário para ser sincero e puro na alma. O homem – ente coletivo – é um ser corrupto.  Pantaleão. Fernando Pessoa.






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