5.10.2016

Caucasian girl offers a watermelon

 

10 erros que não devemos cometer na educação alimentar da criança

  1. Dizer sempre sim: a criança sem limites vai abusar das calorias e das guloseimas. Devemos ter um dia por semana e situações em que possamos ser mais liberais.
  2. Lanches fora de hora: já dissemos que o ideal são seis refeições diárias. Evitar as beliscadas fora desses horários.
  3. Oferecer comida como recompensa: “Coma toda a sopa para ganhar a sobremesa”. Passa a ideia de que tomar sopa não é bom e que a sobremesa é que é o máximo.
  4. Ameaçar castigos para quem não cumpre o combinado: “ Se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Isso somente vai aumentar o ódio que a criança sente das saladas.
  5. Brincadeiras à mesa: hora de comer é hora de seriedade, evitar fazer aviãozinho. Muito mimo é sinônimo de muita manha.
  6. Ceder ao primeiro “Não gosto disso”: a criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. Cada um pode comer o que quiser, mas experimentar não custa nada.
  7. Substituir refeições : não quer arroz e feijão, então toma uma mamadeira. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir essa estratégia sempre.
  8. Tornar a ida a uma lanchonete, um “programão”: a comida de casa fica meio sem graça.
  9. Servir sempre a mesma comida: a criança só toma iogurte, então passa o dia todo tomando iogurte. Vai enjoar, vão faltar nutrientes, vão faltar fibras.
  10. Dar o Exemplo: Não adianta mandar tomar sucos e somente beber refrigerantes.

Mais em: www.abeso.org.br

 Imagem, O

  10 erros que não devemos cometer na educação alimentar da criança Dizer sempre sim: a criança sem limites vai abusar das calorias e das guloseimas. Devemos ter um dia por semana e situações em que possamos ser mais liberais. Lanches fora de hora: já dissemos que o ideal são seis refeições diárias. Evitar as […]



21.09.2016

 

Existem inúmeros estudos sobre como educar os filhos para que eles sejam mais felizes, bem sucedidos, independentes e daí por diante. Acho que os estudos científicos são importantes para confirmar as hipóteses e esclarecer os assuntos controversos. Mas não há necessidade de comprovação estatística para sabermos que as demonstrações de afeto, verbais ou não, são extremamente importantes para qualquer ser humano, em especial para as crianças.

Eu já li publicações de que não devemos demonstrar em exagero os sentimentos aos filhos. Eu não soube segui-las. Desde pequenos, meus filhos recebem muitos beijos e abraços diariamente e eu nunca deixo de dizer o quanto os amo e o quanto eles são importantes para mim. Será que estas minhas demonstrações trarão um problema futuro? Eu não acredito.

Eles são meninos seguros, autoconfiantes, com boa autoestima e (acredito) felizes.

Por isso, quando vi este vídeo sobre o que não devemos esquecer de dizer aos filhos, achei que estava muito de acordo com a minha postura como mãe e merecia ser compartilhado.

 

1. Eu amo você!

Existe um limite de vezes para dizer que se ama alguém? Especialmente se a frase estiver realmente transbordando sentimento e demonstração de afeto? Não creio!

 

2. Eu me interesso pelo que você tem a dizer!

Meus filhos têm inúmeras histórias para contar; coisas da escola, da vivência com os amigos, notícias que leem, interesses da internet… tristezas, alegrias, dúvidas, medos… Às vezes, estou envolvida com alguma coisa e eles começam a falar e quando percebo, não estava atenta. Agora eles já sabem: pedem minha atenção e falam sobre o que quiserem. Não há censura. Estou pronta para escutar qualquer coisa que eles queiram falar.

 

3. Você consegue!

Eles sabem o quanto valorizo os esforços que eles fazem. O estímulo ao empenho e à dedicação é extremamente importante. Independente do resultado final.

 

4. Tenho muito orgulho de você!

Eles sabem que tenho orgulho de quem eles são, independente do que quer que seja. Eles não precisam ser os melhores alunos ou os melhores atletas para que tenham a minha admiração. Eles sabem que aprecio o esforço, a sinceridade, a honestidade, o respeito; o fato de adotarem estas condutas, já me deixa muito orgulhosa.

 

5. Eu quero o melhor para você!

Ser mãe e responsável pela educação de uma pessoa não é tarefa fácil. Se eu optasse por não impor limites e ser permissiva, minha vida seria muito mais simples. Dizer “não” dá trabalho; exige explicações e muita argumentação. Não é para ser chata que tenho que impor limites, mas, de fato, porque quero o melhor para eles.

 

6. Estou grata por ter você na minha vida!

Eles sabem que foram muito bem vindos, desejados e amados desde o primeiro segundo em que soube que eles habitavam meu corpo. E agradeço todos os dias pela bênção de tê-los na minha vida.

 

7. Desculpe-me!

Como qualquer pessoa, sou falha e erro muitas vezes. Perco a calma, grito, digo coisas que não deveria, sou injusta em julgamentos. Não me envergonho de voltar atrás, de pedir desculpas, de rever minhas atitudes e de tentar corrigir meus erros.

 

8. Eu perdoo você!

Da mesma forma que eu erro, eles erram e costumam pedir desculpas também. Sei que algumas vezes, durante alguns minutos, fica um ressentimento em mim e uma necessidade de ficar quieta até que o sentimento se apague. Acho que eles já aprenderam isso também.

 

9. Estou sempre aqui para você!

Eles sabem que não poderei viver a vida por eles (a verdade é que eles gostam da independência e de serem responsáveis pelas próprias conquistas). Eles sabem que sairão de casa e que terão que escolher os próprios caminhos. E também sabem que têm em mim um porto seguro; a pessoa que estará sempre pronta a escutar, acolher, abraçar.

 

Estas pequenas frases (e sentimentos) tornam a relação mãe-filho sem igual!

 

  Existem inúmeros estudos sobre como educar os filhos para que eles sejam mais felizes, bem sucedidos, independentes e daí por diante. Acho que os estudos científicos são importantes para confirmar as hipóteses e esclarecer os assuntos controversos. Mas não há necessidade de comprovação estatística para sabermos que as demonstrações de afeto, verbais ou não, […]



13.09.2016
"Little Ann Sucking Her Finger Embraced by Her Mother" de Mary Cassatt (1897)

“Little Ann Sucking Her Finger Embraced by Her Mother” de Mary Cassatt (1897)

 

Na minha opinião, não há nada que dê mais conforto do que um abraço acolhedor.

Nas manhãs em que meus filhos estão aqui comigo e eu tenho a felicidade de estar em casa quando eles acordam, cada um me presenteia com abraços longos e apertados. Nesses dias, sei que meu dia será especialmente bom, porque fico preenchida de boas energias.

Pesquisas mostraram que o abraço (e também a risada) é extremamente eficiente para ajudar na recuperação de doenças, a melhorar da solidão, da depressão, da ansiedade e do estresse.

Um abraço apertado pode trazer os seguintes benefícios:

  1. Ajuda a aumentar os sentimentos de segurança e confiança.
  2. Aumenta os níveis de ocitocina, um hormônio que ajuda a aliviar os sentimentos de solidão, isolamento e raiva. E tudo isso contribui para que nos sintamos bem.
  3. Aumenta os níveis de serotonina, um neurotransmissor que melhora o humor e a sensação de felicidade.
  4. Melhora a autoestima. Desde que nascemos, o toque das pessoas que nos amam mostra que somos amados e especiais. O abraço traz essas lembranças de forma inconsciente e aumenta nosso amor próprio.
  5. Relaxa os músculos e melhora a tensão.
  6. Nos ensina como dar e receber. Ele nos mostra como o afeto é compartilhado pelas duas pessoas.
  7. Ele é como a meditação e a risada; nos ensina como esquecer os problemas e estar plenamente presente no momento do abraço. Ele ajuda a romper os pensamentos repetitivos e nos conecta com nosso coração, nossos sentimentos e nossa respiração.
  8. A energia trocada entre as pessoas que estão se abraçando é um investimento no relacionamento; aumenta a empatia e a compreensão.

Há uma frase da terapeuta americana Virginia Satir que diz:

“Nós precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver. Nós precisamos de oito abraços por dia para manutenção. Nós precisamos de doze abraços por dia para crescimento.”

Quando meu filho mais velho nasceu, eu lia muito que não podíamos abraçar demais nem beijar demais os bebês para não lhes transmitir doenças. É claro que eu, como uma mãe zelosa, seguia à risca essas orientações até que não houvesse mais risco.

Quando o segundo nasceu, eu desrespeitei todas as regras e segui meus impulsos e meus instintos. Não há nada melhor do que trocar energias através de uma abraço, passar algo bom, acolher as tristezas, demonstrar segurança, proteção, carinho. Eu sempre fiz questão de abraçar meus filhos. E eles sabem o quanto isso é importante para mim. E eles concordam comigo e compartilham comigo essa troca de afeto diário. Nunca é um esforço. É algo desejado, esperado e repartido com amor.

Já vi campanhas em parques aqui em São Paulo onde grupos de pessoas se colocam com camisetas dizendo “Você já abraçou alguém hoje?” e oferecem abraços. Abraços dados com carinho por desconhecidos no meio de um parque. Não é uma coisa incrível? Você se dispor a dar e receber o afeto de alguém que você nunca viu? Alguém que talvez esteja simplesmente precisando receber um gesto de carinho.

Algumas pessoas têm receio do toque, da proximidade, de se entregar nessa troca com outra pessoa. Talvez sejam aqueles que mais precisem da boa energia e do carinho transmitido em um abraço apertado.

– Sílvia Souza

 

Reflexões e Angústias

  Na minha opinião, não há nada que dê mais conforto do que um abraço acolhedor. Nas manhãs em que meus filhos estão aqui comigo e eu tenho a felicidade de estar em casa quando eles acordam, cada um me presenteia com abraços longos e apertados. Nesses dias, sei que meu dia será especialmente bom, porque […]






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