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Oscar 2017: “La La Land: Cantando Estações” (2016)

Oscar 2017: “La La Land: Cantando Estações” (2016)
Oscar 2017: “La La Land: Cantando Estações” (2016)

 

Indicações ao Oscar:

  1. MELHOR FILME
  2. MELHOR ATRIZ: Emma Stone, por “La La Land – Cantando Estações”
  3. MELHOR ATOR: Ryan Gosling, por “La La Land – Cantando Estações”
  4. DIREÇÃO
  5. ROTEIRO ORIGINAL
  6. TRILHA SONORA
  7. CANÇÃO ORIGINAL: “Audition”, de “La La Land – Cantando Estações”
  8. CANÇÃO ORIGINAL: “City of Stars”, de “La La Land – Cantando Estações”
  9. FOTOGRAFIA
  10. EDIÇÃO DE SOM
  11. MIXAGEM DE SOM
  12. FIGURINO
  13. DESIGN DE PRODUÇÃO
  14. MONTAGEM

Não tinha como deixar de assistir a este filme, com tantas indicações. É uma ode à cidade de Los Angeles, à indústria do cinema, a Hollywood. Ele conta uma história de amor de uma atriz tentando conseguir um papel em meio a testes para seleção de elenco e de um pianista apaixonado por Jazz, cujo sonho é abrir o próprio clube.

Os dois estão desiludidos com a profissão no início do filme e, um com o apoio do outro, vão buscando caminhos para alcançar seus sonhos.

A história do filme é muito bonita e muito real. É exatamente como as coisas são em nossas vidas; temos que fazer escolhas, decidir o que é mais importante em determinado momento, deixar de ser idealista e viver a vida real como ela se apresenta para cada um de nós. E essa história é apresentada com uma trilha sonora linda, com muito Jazz e bons ritmos que lembram os melhores musicais da história do cinema. Outra coisa linda foi a forma como eles exploraram as cores par o filme; muitas cores fortes contrastantes, o que deixa as imagens maravilhosas e alegres.

A Emma Stone e o Ryan Gosling já tinham contracenado em outro filme (Crazy, Stupid, Love., de 2011). E eles estão excelentes em suas interpretações. São atores bonitos, mas também muito densos na capacidade dramática.

A parte final do filme (que não irei descrever aqui para não estragar a surpresa para quem ainda não assistiu) me comoveu. A vida da gente passa de uma forma que não conseguimos prever ou programar. As coisas acontecem e temos que tomar decisões, sem sabermos se são certas ou erradas. Apenas o tempo vai dizer. E não existe espaço para arrependimentos, porque não existe uma segunda chance de escolha depois de passado o momento. Tenho dificuldade para lidar com isso, com essas escolhas do momento; penso muito sobre minha vida, buscando crescer e melhorar. E o filme explora isso de uma forma linda e emocionante.

Independente do Oscar, acho que esse é um filme lindo, gostoso de assistir, com uma trilha sonora incrível, mesmo para quem não goste muito do estilo musical.

 

 

 

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2 Comments
  • Marcia Reis disse:

    Eu tenho pavor de musicais, só fui ver este porque é o mesmo diretor de Whiplash.filme que gosto muito.

    Só consegui me conectar com o filme no segundo ato, quando diminui bem a cantoria rs.

    Sinceramente ainda não vi motivos para este hipe todo.

    Hug

    • Silvia Souza disse:

      Olá, Marcia!
      Acho que é um todo… o cuidado com as cores, com as danças… eles quiseram recriar o mesmo ambiente dos grandes musicais da década de 1950.
      Beijo!

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