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Filme “Nunca te vi, Sempre Te Amei” (“84 Charing Cross Road” – 1987)

Filme “Nunca te vi, Sempre Te Amei” (“84 Charing Cross Road” – 1987)
Filme “Nunca te vi, Sempre Te Amei” (“84 Charing Cross Road” – 1987)

 

Ontem, publiquei a resenha do livro 84 Charing Cross Road de Helene Hanff. O livro conta a história da troca de cartas entre uma escritora americana fascinada por literatura inglesa e o inglês Frank Doel, que era o responsável pela aquisição de livros usados para um sebo de Londres. A americana era a própria autora e as cartas são reais e descrevem essa troca de correspondência que durou 20 anos. Ela se correspondia com todos os funcionários da livraria e também com a esposa de Frank. O maior desejo de Helene era poder ir a Londres para conhecê-los pessoalmente, mas ela nunca conseguia devido a problemas financeiros. Frank morreu em 1968 e Helene apenas conseguiu realizar seu desejo de conhecer Londres em 1971.

Depois de ler o livro, parti para assistir ao filme. Qual dos dois é melhor? Os dois são igualmente incríveis!

O roteiro do filme fez apenas uma adaptação de 84 Charing Cross Road e não conta sobre o segundo livro com a viagem de Helene Hanff a Londres. Eu fiquei impressionada com a adaptação feita. Eles conseguiram ser absolutamente fieis, sem que o filme se tornasse cansativo com a leitura de todas aquelas cartas trocadas entre Helene e Frank ao longo dos anos.

Anne Bancroft e Anthony Hopkins estão incríveis em seus papeis. Confesso que ver a interpretação de Anne Bancroft fez com que eu simpatizasse mais com Helene Hanff, já que eu tinha achado que ela era um pouco grosseira no livro e com um senso de humor e uma ironia que me incomodavam um pouco. Anne Bancroft soube deixar a personagem mais divertida, mais carismática e empática, com um sorriso acolhedor, mostrando uma mulher de amizade fácil.

Acho que fiz o melhor (ler o livro antes). Mas o filme é absolutamente imperdível.

Ambos valem muito a pena.

 

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2 Comments
  • Carlos Moya disse:

    Olá Silvia, eu estou feliz que gostara de ambas as versões, acho que manter uma relação epistolar e de amizade com um estranho seria impensável há alguns anos atrás, hoje, felizmente, encontramos pessoas afins em nosso círculo de redes sociais, eu acho que é algo maravilhoso. Um abraço.

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