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Filme: “Corações de Ferro” – 2014 (“Fury”)

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Filme: “Corações de Ferro” – 2014 (“Fury”)
Filme: “Corações de Ferro” – 2014 (“Fury”)

Eu adoro cinema. Nunca me incomodei de ir sozinha. Às vezes por não ter companhia. Outras vezes porque acho mais fácil fazer minha programação sozinha, porque meus horários mudam a cada dia. E há a questão de gosto para filmes, embora eu veja quase tudo (exceto filmes de terror).

Entretanto, nos últimos meses, tenho pensado 50 vezes antes de criar coragem para sair de casa. Pode ser um sintoma de depressão? Muito provavelmente.

Embora eu adore a telona, o ambiente, o som e as poltronas (no caso das salas VIP), muitas vezes eu me rendo aos lançamentos do Now e me acomodo na poltrona da minha casa. Com isso, tenho perdido muitas estreias do cinema. Corro atrás e tento colocar em dia na TV. E quanto tempo tem levado para um filme ser disponibilizado no iTunes ou no Now? Acho que uns 3 a 4 meses. Não é tempo demais.

Eu sei que esse é um pensamento absurdo, ainda mais para uma apaixonada por cinema como eu. Espero que isso dure apenas enquanto a depressão não der sinais de melhora e eu não crie coragem de me aventurar nos shoppings paulistanos em finais de semana, procurando vagas em estacionamentos e enfrentando um tumulto de consumidores que ocupam os corredores e restaurantes.

Por tudo isso, não tinha assistido ao filme estrelado por Brad Pitt sobre a Segunda Guerra. Novamente a Segunda Guerra!

Não consigo deixar passar… Eu nem estava no espírito para ver um filme com um monte de gente morrendo. Preferia ter visto um romance bem água com açúcar, pra tentar adoçar meu coração. Mas dentro dos traços doentios da minha personalidade, há ordens que precisam ser cumpridas. Tenho uma ordem para ler livros, para ver filmes… e para quase tudo. O que aconteceria se eu não cumprisse minha ordem? Absolutamente NADA. Mas gosto de estabelecer essa organização.

Então, passei pouco mais de 2 horas assistindo a esse filme que não acrescentou nada a outros filmes americanos sobre a Segunda Guerra. Uma guerra que não era deles, onde eles não viveram o dia a dia como cidadãos. Sempre a visão dos soldados que foram lutar, matar e morrer, sem perceber o sentido de tudo aquilo; como quem pega uma conversa pela metade e tenta participar.

Brad Pitt está muito bem com seus 51 anos. E eu gosto muito dele como ator, embora nunca tenha ganhado um Oscar por suas atuações.

Acho que chega de Guerra e tristeza por hoje.

Acabo meu domingo com minha meditação e minha leitura.

 

 

– Sílvia Souza

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