13.09.2016
"Little Ann Sucking Her Finger Embraced by Her Mother" de Mary Cassatt (1897)

“Little Ann Sucking Her Finger Embraced by Her Mother” de Mary Cassatt (1897)

 

Na minha opinião, não há nada que dê mais conforto do que um abraço acolhedor.

Nas manhãs em que meus filhos estão aqui comigo e eu tenho a felicidade de estar em casa quando eles acordam, cada um me presenteia com abraços longos e apertados. Nesses dias, sei que meu dia será especialmente bom, porque fico preenchida de boas energias.

Pesquisas mostraram que o abraço (e também a risada) é extremamente eficiente para ajudar na recuperação de doenças, a melhorar da solidão, da depressão, da ansiedade e do estresse.

Um abraço apertado pode trazer os seguintes benefícios:

  1. Ajuda a aumentar os sentimentos de segurança e confiança.
  2. Aumenta os níveis de ocitocina, um hormônio que ajuda a aliviar os sentimentos de solidão, isolamento e raiva. E tudo isso contribui para que nos sintamos bem.
  3. Aumenta os níveis de serotonina, um neurotransmissor que melhora o humor e a sensação de felicidade.
  4. Melhora a autoestima. Desde que nascemos, o toque das pessoas que nos amam mostra que somos amados e especiais. O abraço traz essas lembranças de forma inconsciente e aumenta nosso amor próprio.
  5. Relaxa os músculos e melhora a tensão.
  6. Nos ensina como dar e receber. Ele nos mostra como o afeto é compartilhado pelas duas pessoas.
  7. Ele é como a meditação e a risada; nos ensina como esquecer os problemas e estar plenamente presente no momento do abraço. Ele ajuda a romper os pensamentos repetitivos e nos conecta com nosso coração, nossos sentimentos e nossa respiração.
  8. A energia trocada entre as pessoas que estão se abraçando é um investimento no relacionamento; aumenta a empatia e a compreensão.

Há uma frase da terapeuta americana Virginia Satir que diz:

“Nós precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver. Nós precisamos de oito abraços por dia para manutenção. Nós precisamos de doze abraços por dia para crescimento.”

Quando meu filho mais velho nasceu, eu lia muito que não podíamos abraçar demais nem beijar demais os bebês para não lhes transmitir doenças. É claro que eu, como uma mãe zelosa, seguia à risca essas orientações até que não houvesse mais risco.

Quando o segundo nasceu, eu desrespeitei todas as regras e segui meus impulsos e meus instintos. Não há nada melhor do que trocar energias através de uma abraço, passar algo bom, acolher as tristezas, demonstrar segurança, proteção, carinho. Eu sempre fiz questão de abraçar meus filhos. E eles sabem o quanto isso é importante para mim. E eles concordam comigo e compartilham comigo essa troca de afeto diário. Nunca é um esforço. É algo desejado, esperado e repartido com amor.

Já vi campanhas em parques aqui em São Paulo onde grupos de pessoas se colocam com camisetas dizendo “Você já abraçou alguém hoje?” e oferecem abraços. Abraços dados com carinho por desconhecidos no meio de um parque. Não é uma coisa incrível? Você se dispor a dar e receber o afeto de alguém que você nunca viu? Alguém que talvez esteja simplesmente precisando receber um gesto de carinho.

Algumas pessoas têm receio do toque, da proximidade, de se entregar nessa troca com outra pessoa. Talvez sejam aqueles que mais precisem da boa energia e do carinho transmitido em um abraço apertado.

– Sílvia Souza

 

Reflexões e Angústias

  Na minha opinião, não há nada que dê mais conforto do que um abraço acolhedor. Nas manhãs em que meus filhos estão aqui comigo e eu tenho a felicidade de estar em casa quando eles acordam, cada um me presenteia com abraços longos e apertados. Nesses dias, sei que meu dia será especialmente bom, porque […]



1.09.2016

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Os dados que vou citar aqui são americanos. Talvez nossos dados sejam um pouco diferentes. Mas, infelizmente, tudo indica que estamos caminhando na mesma direção.

A epidemia de obesidade nos Estados Unidos é, em parte, resultado da alimentação conhecida como Junk Food (besteiras). Fazem parte dela os alimentos com alto teor de gordura, baixo teor de fibras e pobres nutricionalmente. Embora sejam alimentos que possam parecer mais baratos do que aqueles com maior valor nutricional, o custo decorrente das doenças que podem vir do consumo excessivo desses alimentos  pode ser muito elevado.

DADOS DOS ESTADOS UNIDOS

  • Junk Food = Obesidade
  • Obesidade = 72 milhões de adultos nos EUA
  • Gastos com Obesidade nos EUA = US$ 118 bilhões por ano
  • A obesidade nas crianças de 6 a 11 anos passou de 7% a 18% nos últimos 30 anos; no caso dos adolescentes de 12 a 19 anos, a incidência passou de 5% a 21% no mesmo período
  • Em 2012, mais de 1/3 das crianças e adolescentes tinha sobrepeso ou obesidade

O consumo de Junk Food está associado a:

  • Diabetes
  • Doenças do coração
  • Osteoporose
  • Demência
  • Maior número de dias de ausência no trabalho
  • Maior número de visitas ao médico

 

 

 

  Os dados que vou citar aqui são americanos. Talvez nossos dados sejam um pouco diferentes. Mas, infelizmente, tudo indica que estamos caminhando na mesma direção. A epidemia de obesidade nos Estados Unidos é, em parte, resultado da alimentação conhecida como Junk Food (besteiras). Fazem parte dela os alimentos com alto teor de gordura, baixo teor […]


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1.09.2016
Summer Dreams de Sergei Arsenevich Vinogradov

Summer Dreams de Sergei Arsenevich Vinogradov

 

As publicações mais acessadas em agosto foram:

  1. Medicina e Saúde: Ciclo Menstrual
  2. Livro “Gratidão” de Oliver Sacks
  3. Livro “A Guerra Não Tem Rosto De Mulher” de Svetlana Aleksiévitch
  4. Egocentrismo?
  5. Exercício de escrita

 

 

  As publicações mais acessadas em agosto foram: Medicina e Saúde: Ciclo Menstrual Livro “Gratidão” de Oliver Sacks Livro “A Guerra Não Tem Rosto De Mulher” de Svetlana Aleksiévitch Egocentrismo? Exercício de escrita    


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